quinta-feira, 21 de maio de 2015

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Quanto vale ou é por quilo?
Antoniel Bastos09:15 0 comentários

É um escravo. Mas talvez livre de espírito. É um escravo. Isso fará mal a ele? Aponta alguém que não o seja. Um é escravo do prazer, outro, da avareza, outro, da ambição, todos, do medo.
( Sêneca )

O filme, Quanto Vale ou É Por Quilo?, faz uma analogia entre o antigo trabalho escravo e a exploração da miséria na atualidade, por meio de cenas que exibem os dois momentos de forma alternada e possibilitam uma comparação entre estes por parte do telespectador. Aborda o abuso existente, por ONGs, que fazem uso da miséria para conseguir verbas em benefício de um pequeno grupo, provocando um sentimento de indignação frente a questão levantada por parte de quem assiste, uma vez que, é sabido que na realidade, fatos como estes acontecem no espaço e tempo real.

O autor mostra, cuidadosamente os valores da produção. Na cena que se inicia a história, é noite e está escuro. Homens se locomovendo à cavalo e à pé, levam à luz de tochas um escravo preso sob o protesto de sua dona. Nas músicas e nos sons, nos figurinos e na reconstrução da época, nas imagens no primeiro plano, as quais tornam mais fortes a emoção do telespectador.

O filme alerta para questões que parecem ter ficado no passado, mas que ainda existem atualmente, como a luta pelos direitos democráticos, a discriminação contra negros e pobres, o desrespeito, a lavagem de dinheiro, a corrupção, dentre outros. O que mudou foi a roupagem, o opressor é o mesmo.



domingo, 18 de maio de 2014

Se você não tentar, nunca vai mudar
Antoniel Bastos10:14 0 comentários


Essa comédia cujo o título original é Here Comes the Boom, de 2012. Esse filme é ótimo para quem está afim de diversão e um pouco de inspiração. Conta à história de um professor que já foi o melhor da escola e hoje não tem mais vontade de lecionar, mas ele descobre que um amigo seu o professor de música já muito velho, vai ser pai e vai ser despedido. Ele então se compromete a ajuda a conseguir o dinheiro e aí que a "aventura" começa! Na comédia Professor Peso Pesado, Scott Voss (Kevin James) é um ex-lutador de 42 anos que se torna um professor de biologia apático em uma escola pouco conceituada. Quando os cortes no orçamento da escola ameaçam cancelar o programa de música e demitir seu antigo professor (Henry Winkler), Scott começa a levantar dinheiro clandestinamente atuando como um lutador amador de artes marciais mistas. Todo mundo acha que Scott ficou louco – sobretudo a enfermeira da escola, Bella (Salma Hayek) – mas em sua busca, Scott ganha algo que ele nunca esperou enquanto se torna uma sensação que reúne toda a escola.

Na busca de encontrar sentido para sua vida, o professor Scott Voss, encontra ela quando pega para si, o propósito de vida de seu amigo professor. Se olharmos à nossa volta, veremos quantas pessoas perdem o sentido de viver ou de lutar por algo que acreditam ser transformador.
Quando não descobrimos o real valor da vida, se sentimos frustrados por viver sem saber o porquê que estamos aqui.
O professor Scott, foi um ex-lutador. Sua vida traz um passado de frustração. Como professor de biologia, não é um bom mestre. Suas aulas são de um professor descompromissado. 

Quando era mais novo, trabalhei numa marcenaria achando que seria o melhor marceneiro do mundo. Na verdade, não consegui ser um carpinteiro. Meus dons não era para ser um profissional do seguimento e sim um grande inventor e descobridor de talentos.

As ferramentas foram criadas e aperfeiçoadas ao longo dos séculos por artesões para serem usadas com propósitos específicos. Quando um bom instrumento é usado de maneira adequada, bons trabalhos são realizados. Quando uma boa ferramenta é usada de forma inadequada ou usa-se a ferramenta errada, os resultados são desastrosos.

sábado, 12 de abril de 2014

O Segredo do Meu Sucesso
Antoniel Bastos06:08 0 comentários


No final de semana, assisti a um filme que achei o conteúdo profundo na história das pessoas de sucesso. Quero trazer uma excelente dica do filme: “O segredo do meu sucesso”. Um longa-metragem que tem como protagonista Michael J. Fox (o tão famoso Marty Mcfly do filme “De volta para o futuro”) interpretando o personagem Brantley Foster. Este, um recém-formado de Kansas buscando sucesso na cidade grande. O filme é do ano de 1987, porém seus temas são bem atuais, além de ser bem divertido também, não se enquadra bem em comédia romântica, brincando aqui, se encaixa na categoria de comédia e aventura dos negócios!
Esse filme mostra um jovem que vai morar em Nova York e percebe que ganhar a vida na cidade grande não é nada fácil. Então ele decide ir trabalhar com o tio, que é Diretor de uma empresa multimilionária, cuidando do setor de correspondências. O jovem para se destacar começa a se passar por um executivo e ganha fama, respeito, dinheiro e prestigio com isso. (um filme inspirador para os jovens empreendedores.)
Algo interessante sobre o filme é que primeiramente nos faz lembrar quando jovens, temos vontade de fazer a diferença no mundo. Saímos de uma formação acadêmica querendo trabalhar em uma boa empresa e poder colocar em prática tudo o que aprendemos, ou em outros casos, mudar o mundo com nosso próprio negócio. Mas, nem sempre isso é algo fácil. Logo não foi diferente com Brantley que teve que “se virar nos 30” numa cidade totalmente nova pra ele. Sem emprego, no meio do tiroteio e morando em um lugar tão apertado, escuro e estranho que se fosse qualquer pessoa acomodada em zona de conforto e sem determinação, teria voltado pra casa na mesma hora.
Mas o que quero mostrar aqui nesse filme é a importância do jovem empreendedor “agir como se” tivesse sucesso. Você deve agir e se comportar como alguém de sucesso mesmo antes de ter sucesso. (não falo de ser arrogante, isso não é uma característica de pessoas de sucesso, é um defeito de caráter.) Uma pessoa de sucesso não se comporta como tal depois de ter sucesso, seu comportamento vem antes do sucesso. Isso é extremamente importante.
Mas também não quero dizer que você deve se tornar alguém que você não é. (você tem que ser você.) O que eu quero que você mude são apenas seus hábitos.
As pessoas de sucesso têm confiança em si mesma, nunca são passivas, criam o seu destino (não deixe a vida te levar, leve-a.), são proativas, determinadas, diligentes, sabem ouvir, éticas entre outras qualidades.

O que podemos aprender com o filme “O segredo do meu sucesso” basicamente

Como empreendedores, dê oportunidade para aqueles que estão começando. Eles podem trazer novidades e propostas inovadoras.

Nunca desista de seu objetivo, seja ele qual for.

A paixão pelo que faz sempre tem que falar mais alto, é ela que nos motiva e nos move rumo a nossas metas.

Deixe espaço para que todos os colaboradores de sua equipe exponham sua opinião. Muitas vezes dizemos que estamos aberto a discussões, mas, não damos importância a isso e nem mudamos o que poderíamos melhorar.

Seja organizado. Com organização temos como analisar melhor o panorama de nosso negócio. Saiba como estão os fornecedores, clientes, parceiros, projetos e como estão o índice de vendas. Nesse caso, nossa sugestão é utilizar um sistema de CRM online para isso.

Esteja sempre de olho no mercado. Olhe os passos de seus concorrentes, procure sempre estar sempre um passo à frente. Planos e estratégias são excelentes para superar possíveis eventualidades.

Não se corrompa. Acredite em seus ideais e em suas competências, sempre te fará chegar mais longe do que se vender a um preço, seja ele qual for.  

terça-feira, 1 de abril de 2014

Ética - No País de Alice das Maravilhas
Antoniel Bastos11:36 0 comentários




Quero compartilhar com você um excelente filme “O Capital”. Seu cartão de visita traz o modelo selvagem do capitalismo: "CONTINUAREMOS ROUBANDO DOS POBRES PARA DAR AOS RICOS" é a frase estampa do filme. Falamos tanto em ética e moral. A pergunta que me faço é: “será que é isso mesmo que estamos buscando?”.  
Os cidadãos do século XXI são escravos do Capital: sofrem com os problemas e celebram os triunfos. Esta é a história da ascensão de um escravo do sistema que transforma-se em seu mestre. O trabalhador Marc Tourneuil (Gad Elmaleh) se aventura no mundo feroz do Capital. Ao mesmo tempo, o chefe de um importante banco de investimentos europeu se apega ao poder, quando uma empresa americana tenta comprá-los. Um retrato da situação atual da Europa. A força do Capital. O poder do dinheiro. A ganância da Banca. A busca mundial do lucro máximo. A luta interna pelo poder dentro do maior banco europeu. Um Robin dos Bosques moderno cujo lema é roubar aos pobres para dar aos ricos. Um mundo feroz.
No novo cargo como CEO, o executivo logo descobre que não pode confiar em ninguém, nem mesmo (e principalmente) em seus assessores mais próximos. Todos querem o cargo de presidente, que é retratado com tanta pompa que se tem a impressão de que a presidência em questão é a da República.
Talvez justamente para insinuar que, no atual estado do capitalismo global, os presidentes das instituições têm mais poder que os chefes de governo, o diretor não economiza nas implicações que vêm com o cargo. Em que mundo ético é esse que vivemos?
Na mais ilustrativa delas, Tourneuil exige que sua mulher use, a contragosto, um caríssimo vestido de grife para ir a uma festa. Afinal, ela é a mulher do presidente, e precisa se vestir como tal. O retrato é o sacrifício que diariamente precisamos fazer para ser o que na verdade não somos.

As coisas ficam ainda mais complicadas para o presidente quando o representante de um fundo de investimentos baseado em Miami (interpretado por Gabriel Byrne, começa a pressioná-lo para que compre um banco japonês. Neste momento, o que seria ser ético? Ser ético é algo que enfeita muito as longas páginas dos relatórios internos das companhias. O Capital, trás um mundo que muitos não acreditam que existe. E se existe é melhor não acreditar.
Aí, me vem à pergunta: “O que é ser ético se quem governa o mundo é o capitalismo selvagem?”.



sexta-feira, 28 de março de 2014

Qual o Verdadeiro Sentido de Sua Vida?
Antoniel Bastos06:29 0 comentários



É incrível, mas Perfume de Mulher guarda muitas semelhanças com o filme anterior, Um Sonho de Liberdade. Personagens principais com a mesma necessidade de redenção. Uma dupla inesperada que descobre um sentimento verdadeiro de amizade, compreensão e respeito. Uma jornada de descobertas. Em Um Sonho de Liberdade a jornada era dentro de uma penitenciária. Aqui, a jornada é na cidade de Nova York.

O tenente-coronel Frank Slade esntregou-se à solidão e à revolta, depois de ter ficado cego num acidente no quartel onde servia. O filme começa e vemos a vida atual do militar: ele mora isolado, num quarto, na casa da sobrinha. A relação deles dois é péssima. O melhor amigo do Frank é seu copo de whisky (muita gente vai achar a frase poética). Com viagem marcada para o feriado de Ação de Graças, a sobrinha de Frank tenta levá-lo. Em vão. Então, coloca um anúncio no jornal para tentar arranjar alguém que tome conta do tio enquanto está viajando. Charlie é o candidato único. O primeiro contato é de estranhamento total. O velho militar, cansado da vida, expulsa o seu cuidador aos pontapés. Charlie, porém, é duro na queda. Decide ficar. É então que ele descobre os planos de Frank: passar dias em Nova York, curtindo todas, como se fosse uma despedida da vida.
Perfume de Mulher gira em torno de alguns poucos atos na vida do tenente-coronel reformado Frank Slade (Al Pacino). Trata-se de um homem frustrado por ter perdido a visão na Segunda Guerra Mundial. Logo no início do drama ele conhece o jovem Charlie Simms (Chris O’Donnell) um jovem que decide trabalhar como acompanhante do coronel em troca de dinheiro para se manter estudando.


Os dois partem, sem que nenhum saiba, para o melhor fim de semana de suas vidas. O local é Nova York, no melhor hotel e restaurantes da cidade. Conversa vai conversa vem, ambos se interessam pelos problemas e histórias um do outro. E aí que mora o ponto central da trama. A meu ver um alvo genial do roteiro.

Com um título que sugere apenas o relato da história de uma pessoa que tem um olfato apuradíssimo, Perfume de Mulher vai além e consegue envolver outras discussões como: até que ponto existe ética, autenticidade, amor pelo próximo, maturidade mesmo na pouca idade e quando se está decidido a deixar de viver?


O filme se deixa envolver em valores culturais e sociais. E com certeza é uma aula de ética e cidadania que traz uma reflexão significativa sobre a vida social na escola, no trabalho e em família.  A figura de Simms representa a do jovem que tem a personalidade testada pela pouca idade.

O que faz um homem vender ou não a alma para livrar a própria pele? A frase dita por Frank, representa bem o teste por que passa o jovem. “Há dois tipos de pessoas neste mundo: as que resistem e enfrentam a realidade, e as que procuram se proteger. Se proteger é melhor”.  Enquanto que em outro momento, a frase "Não há próteses para um espírito amputado”, também proferida pelo personagem de Al Pacino não consegue resumir que tipo de homem Frank é. Por fim, a frase “pode se viver uma vida em um momento”, sintetiza o filme Perfume de Mulher, que é sem dúvida um clássico do cinema por nos fazer pensar sobre o verdadeiro sentido da vida.

segunda-feira, 10 de março de 2014

4º Congresso ACIJA de RH 2014
Antoniel Bastos16:18 0 comentários



Quer saber o que esperar deste evento? Imagine cerca de 400 profissionais reunidos dois dias, em um só local. Sem dúvidas, será uma oportunidade única para compartilhar ideias, tirar dúvidas, e inspirar-se. Não deixe de participar do maior encontro de profissionais de Recursos Humanos, áreas...mais http://www.congressocacija.com.br