Se olharmos na história da humanidade, encontramos mulheres simples e famosas que marcaram seu tempo com ideias transformadoras. Na busca por literaturas que embasassem minhas descobertas, encontrei relatos de estilos e perfis dessas heroínas. A cada pesquisa, fui mefascinando pelos traços encontrados. É impressionante, como os filósofos pensavam sobre as mulheres em seu tempo. Fiquei alarmado com as linhas de pensamento dos gigantes da filosofia.
Na visão de Pitágoras “as mulheres eram vistas como um ser originado das trevas”. Será que nosso filósofo estava certo com sua afirmativa leviana?
Transcorrendo com a visão de nosso gênio, Platão "detinha um pensamento diverso. Pois para ele, as mulheres eram tão capazes de administrar quanto o homem, porque quem governava tinha a obrigação de gerir a cidade-Estado se utilizando da razão, portanto, as mulheres detinham a mesma razão que os homens".
Sendo assim, Platão, derruba a ideia de Pitágoras. A ideia de Aristóteles, “ele via a mulher como um homem incompleto. Para ele todas as características herdadas pela criança já estavam presentes no sêmen do pai, cabendo à mulher somente a função de abrigar e fazer brotar o fruto que vinha do homem, ideia esta aceita e propagada na Idade Média”. Para nosso mestre, São Tomás de Aquino, “a mulher uma vez tendo sido moldada a partir das costelas de um homem, sua alma tinha a mesma importância que a do homem. Para ele no céu predomina igualdade de direitos entre os sexos, pois assim que se abandona o corpo, desaparecem as diferenças de sexo passando a ser tudo uma coisa só”.
A visão convergente veio de Hegel, “a altercação existente entre um homem e uma mulher é igual a que há entre um animal e uma planta. Sendo que o animal se identifica mais com o jeito do homem e a planta se molda mais conforme o aspecto da mulher, pois seu progresso é mais pacato, deixando-se levar mais pelo sentimentalismo. Se estiverem no comando o Estado corre perigo, pois, segundo ele, elas não atuam de acordo com as exigências do agrupamento de pessoas que estão governando e sim conforme seu estado de espírito”.
Em minha opinião, os nossos grandes mestres, não tiveram a felicidade de conhecer mulheres como: Maria Stuart, que governou a Escócia no período de 1542-1567. Seu estilo de liderança, teve de brigar muito para se manter no poder. Eles não conheceram o braço de ferro de Margaret Thatcher, que governou a Inglaterra no período 1979-1990. Tornou-se a única primeira-ministra no país. Nossos nobres pensadores, não conheceram nossa heroína Maria Quitéria, mulher conhecida em nosso país como a Joana D’Arc brasileira,ela lutou bravamente pela independência local diante do domínio português no ano de 1822.
Para poder falar tudo destas protagonistas que marcaram a evolução da humanidade, precisaríamos de mais laudas. Parafraseando nosso grandioso filósofo Xenófanes: “com o passar do tempo, aprendemos mais e vamos mudando nossas ideias”. Para conhecermos a história, precisamos mudar nossas crenças. A mudança, não está nas fábulas descrita pelo tempo e sim na transmutação do que conhecemos.
Antoniel Bastos- Coordenador de projetos e eventos
Na visão de Pitágoras “as mulheres eram vistas como um ser originado das trevas”. Será que nosso filósofo estava certo com sua afirmativa leviana?
Transcorrendo com a visão de nosso gênio, Platão "detinha um pensamento diverso. Pois para ele, as mulheres eram tão capazes de administrar quanto o homem, porque quem governava tinha a obrigação de gerir a cidade-Estado se utilizando da razão, portanto, as mulheres detinham a mesma razão que os homens".
Sendo assim, Platão, derruba a ideia de Pitágoras. A ideia de Aristóteles, “ele via a mulher como um homem incompleto. Para ele todas as características herdadas pela criança já estavam presentes no sêmen do pai, cabendo à mulher somente a função de abrigar e fazer brotar o fruto que vinha do homem, ideia esta aceita e propagada na Idade Média”. Para nosso mestre, São Tomás de Aquino, “a mulher uma vez tendo sido moldada a partir das costelas de um homem, sua alma tinha a mesma importância que a do homem. Para ele no céu predomina igualdade de direitos entre os sexos, pois assim que se abandona o corpo, desaparecem as diferenças de sexo passando a ser tudo uma coisa só”.
A visão convergente veio de Hegel, “a altercação existente entre um homem e uma mulher é igual a que há entre um animal e uma planta. Sendo que o animal se identifica mais com o jeito do homem e a planta se molda mais conforme o aspecto da mulher, pois seu progresso é mais pacato, deixando-se levar mais pelo sentimentalismo. Se estiverem no comando o Estado corre perigo, pois, segundo ele, elas não atuam de acordo com as exigências do agrupamento de pessoas que estão governando e sim conforme seu estado de espírito”.
Em minha opinião, os nossos grandes mestres, não tiveram a felicidade de conhecer mulheres como: Maria Stuart, que governou a Escócia no período de 1542-1567. Seu estilo de liderança, teve de brigar muito para se manter no poder. Eles não conheceram o braço de ferro de Margaret Thatcher, que governou a Inglaterra no período 1979-1990. Tornou-se a única primeira-ministra no país. Nossos nobres pensadores, não conheceram nossa heroína Maria Quitéria, mulher conhecida em nosso país como a Joana D’Arc brasileira,ela lutou bravamente pela independência local diante do domínio português no ano de 1822.
Para poder falar tudo destas protagonistas que marcaram a evolução da humanidade, precisaríamos de mais laudas. Parafraseando nosso grandioso filósofo Xenófanes: “com o passar do tempo, aprendemos mais e vamos mudando nossas ideias”. Para conhecermos a história, precisamos mudar nossas crenças. A mudança, não está nas fábulas descrita pelo tempo e sim na transmutação do que conhecemos.
Antoniel Bastos- Coordenador de projetos e eventos
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